Home Data de criação : 10/05/29 Última atualização : 11/10/18 16:05 / 17 Artigos publicados

Ainda sem nome :)  escrito em sábado 29 maio 2010 08:56

...Deus ! em certos momentos eu olhava para o céu, e já não entendia como
estava ali. A benção de cada dia ser um dia diferente naum foi mudada,
mais o querer de todos os dias jamais justificavão a vida.
Em tempos em tempos olhava o horizonte e via apenas um buraco,
um vazio, um nada um vontade imensa de não estar ali e em lugar algum.
Caminhando e tentando decifrar os meios de separar o real do que não
existe. De certa forma olhava as flores e será que tudo nela seria real.
Não meus olhos podiam me enganar, como plantas venenosas em meu
caminho.
Desde o acidente continuei proceguindo a vida em um caminho,
que não sei ao certo onde vai dar. Tentei e avistei oportunidades,
mais não consigo ver adiante do hoje, é como se aquele dia nunca
acabace, e meus dias fossem contados mais nunca acabavam.
Porque hoje faiz dois anos, e desde aquele dia eu sentia as mesmas
dores, os mesmo sentimentos me atormentavam, e olhava o sol
e parecia que ele ria de mim. O arco iris, era uma forma de me
fazer sentir como um nada, como um colorido lindo aparece
no meu mal estar, como toda a natureza ousa a lutar contra mim.
E com a fraqueza não consigo seguir, ela me estagnou, a cortes
e feridas que não cicatrizam e a cicatrizes que jamais serão
esquecidas.
Tudo que sei é que amanha é um novo dia, um novo acidente
onde eu estarei no mesmo lugar esperando tudo acontecer sem ter
medo, mais sentindo a unica realidade que me restou.
Eu tinha tempos de angustias interminaveis, e sorrisos falsos.
E porque simplismente minha vizinhança ja me tratava como morta.
Meus amigos fingiram que eu morri, e minha familia desapareceu,
Mas depois de alguns anos, pra ser exata 4 começei a pensar,
se realmente naum estaria morta, porque não tinha mais sentimentos.
Eu sofria por estar mortas pras pessoas, e não morrer pra mim.
Eu vivo agoniada, e hoje foi o pior dia. Será realmente que eu
teria que terminar num dia insolarado, onde tudo ria de mim.
Quero sumir.

 

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