...Deus ! em certos momentos eu olhava para o céu, e já não
entendia como
estava ali. A benção de cada dia ser um dia diferente naum foi
mudada,
mais o querer de todos os dias jamais justificavão a vida.
Em tempos em tempos olhava o horizonte e via apenas um
buraco,
um vazio, um nada um vontade imensa de não estar ali e em lugar
algum.
Caminhando e tentando decifrar os meios de separar o real do que
não
existe. De certa forma olhava as flores e será que tudo nela seria
real.
Não meus olhos podiam me enganar, como plantas venenosas em
meu
caminho.
Desde o acidente continuei proceguindo a vida em um caminho,
que não sei ao certo onde vai dar. Tentei e avistei
oportunidades,
mais não consigo ver adiante do hoje, é como se aquele dia
nunca
acabace, e meus dias fossem contados mais nunca acabavam.
Porque hoje faiz dois anos, e desde aquele dia eu sentia as
mesmas
dores, os mesmo sentimentos me atormentavam, e olhava o sol
e parecia que ele ria de mim. O arco iris, era uma forma de
me
fazer sentir como um nada, como um colorido lindo aparece
no meu mal estar, como toda a natureza ousa a lutar contra
mim.
E com a fraqueza não consigo seguir, ela me estagnou, a
cortes
e feridas que não cicatrizam e a cicatrizes que jamais serão
esquecidas.
Tudo que sei é que amanha é um novo dia, um novo acidente
onde eu estarei no mesmo lugar esperando tudo acontecer sem
ter
medo, mais sentindo a unica realidade que me restou.
Eu tinha tempos de angustias interminaveis, e sorrisos
falsos.
E porque simplismente minha vizinhança ja me tratava como
morta.
Meus amigos fingiram que eu morri, e minha familia
desapareceu,
Mas depois de alguns anos, pra ser exata 4 começei a pensar,
se realmente naum estaria morta, porque não tinha mais
sentimentos.
Eu sofria por estar mortas pras pessoas, e não morrer pra
mim.
Eu vivo agoniada, e hoje foi o pior dia. Será realmente que
eu
teria que terminar num dia insolarado, onde tudo ria de mim.
Quero sumir.

